Às vezes, na vida, as pessoas deixam que outros guiem suas opiniões. Dá-se poder ao outro. Para a grande maioria é importante a opinião alheia, e acaba deixando-se levar por conceitos que podem não ser reais ou verdadeiros, porque é apenas o ponto de vista de alguém.É comum conhecer alguém e numa conversa elencar qualidades da nova amizade, e ouvir que nunca imaginou possuir tais qualidades em si. Em compensação, se disser que alguém é teimoso ou pessimista, certamente, concordará.
Faça um exercício: escreva duas colunas, uma com suas qualidades e outra com seus defeitos. Depois, risque os defeitos e qualidades que você ouviu de alguém, qualquer pessoa: pai, mãe, irmão, professor, esposa, marido ou amigo. Verifique se sobra alguma que seja exclusivamente sua, algo que só você pense. Ou se tudo que pensa de você veio por influência dos outros.
Comece a olhar para dentro de si e relembrar sua infância. Nessa fase, temos nossos dons e qualidades aguçados. Com a convivência com outros e as críticas, os defeitos afloram e começamos a ser infeliz.
Parar e olhar dentro de si deve ser uma prática comum.
Encontre-se, valorize-se, reconheça seus verdadeiros defeitos, e também suas qualidades.
Compreenda que outras pessoas não devem reger ou comandar sua vida.
Não permita que alguém escolha nada por você.
Nem que decida a pessoa que você é.
Namastê!
